7 pecados

Desde o primeiro dia de aula que qualquer estudante  em formação recebe instruções que esse deve valorizar sua profissão, que não deve trabalhar por valores ínfimos, enfim que não deve se prostituir.

Professores apresentam exemplos de sucesso, esforçam-se para compartilhar o que existe de  mais valioso, muitas vezes em vão…

Lideres estudantis persuadem colegas para a  participação em eventos, em movimentos políticos e de reinvidicação junto as coordenações

Profissionais de sucesso vem gratuitament4 dar seus depoimentos sobre sua escalada

Representantes legais viajam o Brasil inteiro e vem apresentar conquistas históricas para a categoria

Mas parece que nada disso nos atinge, ou se o faz não é suficiente, porque continuamos não ganhando o que merecemos trabalhando o que não podemos e  nos sentimos impotentes alegando que nossa classe  não é unida

Se todos somos e concordamos com todos esses argumentos, muitas vezes inflamados por líderes estudantis e profissionais. Por que não conseguimos praticá – los?  Por que é tão difícil ser ético ou mesmo justo, com nossos pares e até conosco?
A resposta  parece não  está nas resoluções  das entidades de classe ou em retóricas de representantes legais, muitas vezes aguerridos em suas eternas colocações. Pois leis, líderes e entidades nós temos e são sistematicamente renovadas de tempos e tempos.
Precisamos é aprender a construir nossa imagem preparando – se para:

  • aprender com os erros, – soberba
  • dizendo não a preguiça,- preguiça
  • racionalizando nossas atitudes,- luxúria
  • agindo de maneira generosa com nossos colaboradores, -avareza
  • agradecendo a Deus e a si por tudo que se conseguiu construir, – inveja
  • confraternizando com colegas de classe todas as conquistas, – gula
  • regorgizando-se por cada função devolvida
  • trabalhando pelo que é justo e não se alimentando do sofrimento alheio

Luis Henrique Cintra