• Arquivos categorizados Motivação
  • A sedução, a ilusão e a mentira.

    Sedução_Ilusão_MentiraEra uma vez três amigas que viviam uma relação de amor e ódio , mas,  sempre encontravam-se  para conversar, e descobrir quem era a mais poderosa.
    A SEDUÇÃO começou dizendo:
    – Claro que sou eu a mais poderosa, sem mim os humanos nunca seriam fisgados, pois todos se derretem com a minha beleza, com minhas palavras e com o meu cheiro. Alías, sem mim, o mundo inteiro seria cinza. Sou eu quem dar sentido ao mundo!!
    A ILUSÃO, se contorcendo de inveja, respondeu:
    – Sim, mas você só chega à periferia dos desejos. Eu escravizo os humanos porque os faço viver em sonhos que nunca se realizarão. Eu sou inatingível, e isso é o que move a humanidade. Viver na ilusão
    A MENTIRA, tava caladinha, mas, retrucou:
    – É verdade, vocês duas são assim, mas, nunca esqueçam que por trás de TODO HOMEM SEDUZIDO E DE TODA MULHER ILUDIDA tem uma MENTIRA BEM CONTADA.

     

    Luis Henrique Cintra


  • CREFITO 06 – Aprendendo com os 7 pecados.

    16_Aprendendo com os 7 pecados_capa

    A convite do Crefito 06, hoje,  30/10/2015, às 20:00, estarei no AUDITÓRIO DO CEREST –  Rua Tabelião João Machado, 195 – Juazeiro do Nortre/CE com a palestra “APRENDENDO COM OS 7 PECADOS”. Essa é gratuita e aberta ao público.

    O nosso tema aborda como nossas ações do cotidiano podem ser melhoradas tendo como base a descrição dos 7 pecados capitais.

    Para confirmar sua presença acesse o link: http://wp.me/P5mLVh-1t6

    Para contratar nossa palestra acesse o link: http://wp.me/P5mLVh-6a

    Abraços a todos

    Luis Henrique Cintra


  • Homenagem – Câmara dos Vereadores de Fortaleza

    Compartilho essa lembrança com meus pacientes, minha equipe da Clínica Somma, minha família, meus amigos Fisioterapeutas, meus incansáveis parceiros do Crefito 06, e, em especial, com todos os professores que tiveram a paciência de me ensinar algo que proporcionasse a cicatrização de feridas, ou,então, o crescimento de nossa categoria.
    Compartilho essa lembrança com meus pacientes, minha equipe da Clínica Somma, minha família, meus amigos Fisioterapeutas, meus incansáveis parceiros do Crefito 06, e, em especial, com todos os professores que tiveram a paciência de me ensinar algo que proporcionasse a cicatrização de feridas, ou,então, o crescimento de nossa categoria.

    Em 1989 inicie algo que me levara a buscar minha lenda pessoal em diferentes lugares do Brasil. Por fim, parafraseando escritores, descobri que essa estava em minha própria casa.

    Desde então, trabalho visando não a cura mas, a plenitude que minha profissão, a Fisioterapia, oferece.

    Ontem, 22/10/2015, na Câmara dos Vereadores de Fortaleza, fui agraciado com essa placa entregue pela Vereadora Cláudia Gomes.

    Compartilho essa lembrança com meus pacientes, minha equipe da Clínica Somma, minha família, meus amigos Fisioterapeutas, meus incansáveis parceiros do Crefito 06, meu público, assíduo nas palestras que ministro, e, em especial, com todos os professores que tiveram a paciência de me ensinar algo que proporcionasse a cicatrização de feridas, ou, então, o crescimento de nossa categoria.

    Muito Obrigado

    Luis Henrique Cintra


  • A Fisioterapia

    Dr.Lucas Moraes Rego
    Dr.Lucas Moraes Rego

    Hoje é comemorado em todo o Brasil, o dia do Fisioterapeuta, profissão da área de saúde de importância vital tanto para recuperação quanto para evitar que os problemas de saúde a ela referidos se instalem. Cada vez mais reconhecida, atravessamos um período de muitas conquistas e avanços, tudo alavancado pela cientificidade e determinação de uma gama enorme de colegas. Avançamos e iremos ainda mais adiante mesmo contra barreiras postas por quem quer que seja. A profissão que é exercida pelos mais de 150.000 profissionais no país e pelos 1.300 em Sergipe não tem dono único. Chegou a hora de alguns deixarem interesses próprios de lado e colocar na frente o trabalho em função do todo, de maneira decente e principalmente, ética. Não há mais espaço para feudos em nossa sociedade e a briga precisa ser em prol de melhorias para nossos colegas que estão e os que ainda vão entrar no mercado de trabalho. Quem ocupa cargos em nosso sistema é um servidor público da Fisioterapia e da Terapia ocupacional e não proprietário delas. Todos fazendo sua parte, gestores ou não, cada um é responsável pelos ganhos e pelas perdas de nossa amada profissão.

    por Dr.Lucas Moraes Rego


  • Aikido – O caminho da energia hamoniosa.

    2015_09_01_aikido
    Um ciclo não se acaba, ele apenas toma novas proporções. Será dessa forma que começarei a exercitar minha perseverança, paciência e respeito frente às novas competências.

    Dia 31/08/2015 seria apenas mais um treino, um momento que, por algumas horas, encontramos no tatame nosso melhor amigo. Praticar o Caminho da Energia Harmoniosa foi uma das formas mais eficazes de entender o verdadeiro Budo no Linsei Dojo.

    A final do treino meu Sensei, Paulo Lins, fala: – Luís convide seu companheiro de exame, iremos realizá-lo agora. Na prática, bastava lembrar dos inúmeros treinos que fiz e repetí-los, mas, na essência, consistiu na conclusão de uma etapa que quase me afastou por definitivo do AIKIDO.

    Há infinitas formas de manifestação do bem e do mal em nossos cotidianos. Por centenas de vezes eu justificava para mim e outrem os motivos que me afastaram do caminho, porém, como sempre, DEUS se manifestou pelas palavras de uma paciente minha, Sandra Macedo, quando ao longo de um atendimento eu disse:

    – Poxa Sandrinha, eu tinha tanta vontade de voltar a treinar…

    – Luis, você já me disse isso.

    Essas 6 palavras me fizeram enxergar aquilo que, inúmeras vezes, é fácil  falar, mas terrível de praticar. Nós construímos nosso caminho, somos responsáveis por tudo que acontece de bom e ruim em nossas vidas.

    No mesmo dia liguei para meu Sensei, ele não pode atender, mas, quando cheguei no Dojo o mesmo me recebeu de braços abertos, como um filho que retorna após os anos de rebeldia.

    Um ciclo não se acaba, ele apenas toma novas proporções. Será dessa forma que começarei a exercitar minha perseverança, paciência e respeito frente às novas competências.

    GAMBARU

    Luis Henrique Cintra


  • O auditório vazio.

    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).
    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Há alguns anos fui convidado para preferir uma palestra sobre resultados clínicos que tinha tido na aplicação de um certo método de tratamento postural. Após 5 anos de formado, seria a primeira vez que eu falaria para um grupo de pessoas que, até bem pouco tempo,  eu dividira espaço. Para mim, aquela seria a palestra que mudaria a minha vida na qualidade de Fisioterapeuta e orador.

    Não me lembro bem qual era o evento, mas não importava, me preparei, cheguei cedo e  me dirigi à sala. Veio, então, a primeira constatação: fui colocado numa sala a parte do evento, escondida e com uma certa dificuldade de acesso. Dirigi-me até lá e daí a segunda constatação: havia 13 pessoas para assistir a palestra que eu tinha levado alguns anos para preparar. Sim, porque o trabalho para coleta de dados levou anos para se estabelecer. Eu disse a mim mesmo “Eu vim preparado, e vou falar”. Comecei a preparar os slides e iniciei.

    Com dez minutos do primeiro slide o auditório foi começando a lotar, com 20 minutos foi necessário trazer mais cadeiras para os ouvintes, parei para acomodação, com 35 minutos havia pessoas sentadas no chão, e nos últimos 10 minutos de palestra, a porta de entrada foi fechada pois literalmente não cabia mais ninguém. Eu via pessoas do lado de fora que não podiam mais entrar. Onde, no início, menos de 15 pessoas se esparramavam pelo auditório, no final quase 400 se espremiam. Tal episódio se repetiu noutro evento, mas não dessa maneira.

    Como já disse no inicio desse texto, “essa seria a palestra que iria mudar minha vida” e mudou. Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Luis  Henrique Cintra


  • Ser Estudante de Fisioterapia…

    Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.
    Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.

    Somente tolos deixam de ser estudantes. A emoção do aprender mistura-se à diversificação de amizades e a descoberta das inúmeras dimensões do conhecimento. Até hoje, aprendo e me divirto com meus amigos do Colégio 7 de Setembro, Colégio Christus, IBEU, UNIFOR, PUCCAMP e USP. Atualmente, acumulo novos amigos no MBA de Gestão de Negócios em Saúde da UNIFOR. Cada grupo com seus valores, nem um mais importante que outro. Mas como minha paixão é o movimento posso ser tendencioso em meu relato.

    Foi muito bom ter sido acadêmico de Fisioterapia, lembro da primeira pessoa que a dor consegui aliviar, usando minhas mãos e recursos físicos. Lembro, também, com muito carinho, do primeiro que fiz andar e depois correr. Professores, como o saudoso José Américo da Silva, que me foi como pai. Amigos como Rubiney Corcha que até hoje me comunico, e, claro, das mais belas mulheres que rodiavam as salas de aula, é tanto que casei com uma delas, Lena Monteiro Cintra.

    Por tudo isso venho parabenizar àqueles que desejam estar estudantes pelo resto da vida e aos meus ex-alunos, hoje parceiros, uma frase:

    “Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.”

    Abraço a todos

     Luis Henrique Cintra


  • Força de viver

    Que nossa vontade seja como a nossa pele e não uma camiseta que é trocada de acordo com os momentos difíceis.
    Que nossa vontade seja como a nossa pele e não uma camiseta que é trocada de acordo com os momentos difíceis.

    É fácil andar no escuro. Sonhamos o conto de fadas que desejamos e nos afundamos nas vontades que esfriam o nosso coração.

    Para ver a luz, é preciso mais que vontade, pois, o brilho aumenta a medida que nos tornamos mais humildes. E ai nos resta o espelho, aquele que, imparcialmente, julga sem palavras, mas expressando a justiça, que chamamos divina. Essa, é aritmética, sem rodeios, palavras difíceis ou floreios, a justa imagem que construímos para o mundo.

    Eu pergunto: – É pra sentir vergonha? – É pra ter medo? -É pra fechar os olhos e voltar para as trevas de nossas vontades(vaidades)? É para fugir para os vícios que nos distanciaram de nossa família, de nossos amigos, da harmonia e paz que tanto desejamos? – Não, meus amigos, não. Cada lágrima que caí é uma gota de veneno que deixa vosso corpo, purificando-o cada vez mais, porque você conseguimos, juntos, mais um dia.

    A luta é solitária, não existem atores ou platéias dentro da perseverança. Que nossa vontade seja como a nossa pele e não uma camiseta que é trocada de acordo com os momentos difíceis. Continuemos sim, vivendo e amando cada segundo da sua vida, pois todos teremos o mesmo fim.

    Luis Henrique Cintra


  • O medo do desempregado

    2015_04_10_medo_desempregado
    Primeiro olhei para os céus, e vi de onde vim, depois olhei para baixo, e vi para aonde vou, em seguida olhei para trás e vi o imutável, mas quando olhei para frente… vi que ainda sou necessário.

    Era uma vez um rapaz desempregado, que não suportando mais a pressão do mercado estava, assim, à beira de uma crise depressiva.

    Um amigo empreendedor o convidou para uma cerveja, e, quem sabe, descontrair um pouco.

    – O que vou fazer de minha vida…estudei tanto, e não tenho dinheiro para pagar 2 cervejas.

    – kkkkkk, que é isso cara. Fica na paz, hoje é por minha conta.

    A inveja corria em seus ossos. Ele retrucou?

    – Você parece que nunca tem problemas…vive rindo de tudo, você não tem medo de perder seu negócio?

    – Claro que tenho, mas tento por o medo no lugar certo.

    – Como assim no lugar certo? Medo é medo.

    – Na essência sim, mas ele pode ficar à sua frente, e, daí, não o deixa seguir, ele pode ficar atrás de você, e, então, o estimula, o faz correr para que não o alcance.

    – Pois acho que o medo vive à minha frente.

    – Não, não é isso. Ele não está nem à sua frente nem atrás de você. Ele está dentro de você. Nessa posição, ele nunca o abandonará.

    – Tem razão. Você já sentiu isso?

    – Sim.

    – E como conseguiu tirar o medo de dentro de você?

    – Primeiro olhei para os céus, e vi de onde vim, depois olhei para baixo, e vi para aonde vou, em seguida olhei para trás e vi o imutável, mas quando olhei para frente… vi que ainda sou necessário. Se todos temos o mesmo destino, precisamos mudar o meio de chegar lá, assim encontremos a paz.

    Luis Henrique Cintra


  • A borboleta rosa.

    Quanto mais voava, mais suas asas cresciam, destacando-se, assim, de suas amigas, que animavam-se por serem, simplesmente, admiradas pelos habitantes do jardim.

    Era uma vez uma pequena lagarta, branquinha como neve. Astuta e destemida, esse pequeno inseto locomovia-se rapidamente por toda a árvore que lhe dava abrigo e comida. O tempo passou, e, após o período de incubação, ela abriu 2 belas asas começando a sobrevoar o jardim que habitava.

    Era incrível, pois, A BORBOLETA ROSA, mesmo conhecendo tudo e todos, começou enxergar um novo mundo, visto, agora, por outro ponto de vista. Quanto mais voava, mais suas asas cresciam, destacando-se, assim, de suas amigas, que animavam-se por serem, simplesmente, admiradas pelos habitantes do jardim.

    A BORBOLETA ROSA estava sempre pronta para ajudar qualquer bicho, mas, devido às enormes asas poucos a acompanhavam quando essa desejava, simplesmente, passear pelo jardim. Por isso, era comum vê-la com bichos de outros jardins ou então pousada no ponto mais alto da região, onde somente os pássaros habitavam.

    Certo dia, numa de suas viagens solitárias, a borboleta escutou um barulho estranho, que vinha da terra. Ela desceu para saber o que era, e conheceu o PEQUENO GRILO. Ficaram amigos e após alguns meses, ela, já sentindo-se mais íntima, teve, com esse, uma longa conversa:

    – Poxa, sabia que esse som que você faz é muito legal.

    – Sim, é a forma que me comunico com meus amigos.

    – Como assim, amigos? Eu só o vejo sozinho.

    – Não preciso tê-los ao meu lado, mas sentí-los no coração.

    – E como você sabe que eles gostam de você também?

    – Eu os escuto, é por isso que no jardim, nossas canções são intermináveis. Conversamos mesmo sem nos vermos.

    – Eu não sei cantar.

    – É, eu não sei voar. Mas o som é transmitido por ondas, e o bater de suas asas também o gera, só que nem todos poderão ouvir.

    – E como saberei quem está ouvindo.

    – Se eu soubesse, seria um grilo voador.

    – Rsrsrsrsrs, besta.

    – Muitos pássaros gostam de voar comigo…

    – Poxa, você tá podendo hein, só tirando onda!

    – Por quê?

    – Os pássaros cantam, voam e ainda são belos. Se eles sentem-se bem com você, é porque a consideram importante.

    – Mas eu queria que minhas amigas do jardim voassem comigo.

    – Aquilo que lhe deu liberdade, suas asas, pode ser o motivo disso não acontecer.

    – O que devo fazer? Devo cortá-las?

    – Jamais, mas voe conforme o grupo.

    – Mas voar baixo é muito sem graça.

    – A vida é feita de escolhas, amiga borboleta. Eu adoro fazer barulho, mas se eu o fizer sempre o sapo me come.

    – Buorpp, alguém me chamou????

    – Eita, hora de dá no pé….fui.

    – E eu também….kkkkkkkk.

    Luis Henrique Cintra

    Consultoria em Serviços de Saúde