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  • Vitória é ter a glória de chorar.

    Prof.Paulo Henrique Palácio
    Prof.Paulo Henrique Palácio – Especialista em fisioterapia esportiva sonafe / mestrando em ciências médicas UFC / MBA gestão empresarial unifor / professor unifor

    Vivemos em um mundo extremamente competitivo. Compromissos, exigências, necessidades, desejos, planos, estratégias, metas, resultados e a constate sensação de que nós e o tempo não somos mais suficientes. E essa batalha é travada diariamente almejando atingir o conceito complexo da expressão VENCER NA VIDA. Mas para você, qual o significado de ser VENCEDOR? A trajetória para esse sonho de vitória é melhor descrita em pessoas, boas atitudes ou coisas? Claro que são questionamentos para os quais não existem padrões de respostas certas ou erradas pois são permeadas por valores, crenças e perspectivas de vida extremamente individuais mas também profundamente influenciadas pelo meio em que vivemos, desde o seio familiar ao ambiente social e condições de saúde que podem ser ilustradas pela escala de hierarquia de necessidades (Maslow).

    Por exemplo, para alguns, a percepção de êxito na vida é ter um apartamento de luxo em um bairro nobre, mesmo em condições pessoais adversas. Para outros é conquistar um lugar digno para morar e dentro dele habitar uma família realizada e rodeada de pessoas do bem, assim como também há possibilidade de se ter um apartamento caríssimo e gente feliz e simples morando nele e ao redor. Outra situação: vários buscam construir um patrimônio sólido, alicerçado em bens materiais, idéias algo individualistas e trabalho entendiante. Outros enveredam a desbravar o mundo atrás de conhecimento e experiências, mas também há quem alie harmonicamente a riqueza material com a imaterial no sentido de lançar sementes em seu caminho.

    Diante de tantos cenários que podem ser exemplos de vitória, o grande desafio é não sermos escravos de nenhum desses! Mesmo na correria, devemos parar e pensar, sem deslumbramentos ou comodismos: o que realmente eu quero alcançar na vida? E através desse exercício vai ficando cada vez mais claro que vencer é valorizar a presença e bons sentimentos de QUEM está perto de você, TER o suficiente para viver, COMPARTILHAR a mão aberta e SER mais e eterno quando o fruto do seu trabalho e da sua existência muda a vida das pessoas para melhor.
    Somos fadados a ser VENCEDORES!
    Acreditem!

    PH Palácio

    “Tenham bom ânimo! Eu venci o mundo!” Jo 16:33


  • Aikido – O caminho da energia hamoniosa.

    2015_09_01_aikido
    Um ciclo não se acaba, ele apenas toma novas proporções. Será dessa forma que começarei a exercitar minha perseverança, paciência e respeito frente às novas competências.

    Dia 31/08/2015 seria apenas mais um treino, um momento que, por algumas horas, encontramos no tatame nosso melhor amigo. Praticar o Caminho da Energia Harmoniosa foi uma das formas mais eficazes de entender o verdadeiro Budo no Linsei Dojo.

    A final do treino meu Sensei, Paulo Lins, fala: – Luís convide seu companheiro de exame, iremos realizá-lo agora. Na prática, bastava lembrar dos inúmeros treinos que fiz e repetí-los, mas, na essência, consistiu na conclusão de uma etapa que quase me afastou por definitivo do AIKIDO.

    Há infinitas formas de manifestação do bem e do mal em nossos cotidianos. Por centenas de vezes eu justificava para mim e outrem os motivos que me afastaram do caminho, porém, como sempre, DEUS se manifestou pelas palavras de uma paciente minha, Sandra Macedo, quando ao longo de um atendimento eu disse:

    – Poxa Sandrinha, eu tinha tanta vontade de voltar a treinar…

    – Luis, você já me disse isso.

    Essas 6 palavras me fizeram enxergar aquilo que, inúmeras vezes, é fácil  falar, mas terrível de praticar. Nós construímos nosso caminho, somos responsáveis por tudo que acontece de bom e ruim em nossas vidas.

    No mesmo dia liguei para meu Sensei, ele não pode atender, mas, quando cheguei no Dojo o mesmo me recebeu de braços abertos, como um filho que retorna após os anos de rebeldia.

    Um ciclo não se acaba, ele apenas toma novas proporções. Será dessa forma que começarei a exercitar minha perseverança, paciência e respeito frente às novas competências.

    GAMBARU

    Luis Henrique Cintra


  • O auditório vazio.

    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).
    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Há alguns anos fui convidado para preferir uma palestra sobre resultados clínicos que tinha tido na aplicação de um certo método de tratamento postural. Após 5 anos de formado, seria a primeira vez que eu falaria para um grupo de pessoas que, até bem pouco tempo,  eu dividira espaço. Para mim, aquela seria a palestra que mudaria a minha vida na qualidade de Fisioterapeuta e orador.

    Não me lembro bem qual era o evento, mas não importava, me preparei, cheguei cedo e  me dirigi à sala. Veio, então, a primeira constatação: fui colocado numa sala a parte do evento, escondida e com uma certa dificuldade de acesso. Dirigi-me até lá e daí a segunda constatação: havia 13 pessoas para assistir a palestra que eu tinha levado alguns anos para preparar. Sim, porque o trabalho para coleta de dados levou anos para se estabelecer. Eu disse a mim mesmo “Eu vim preparado, e vou falar”. Comecei a preparar os slides e iniciei.

    Com dez minutos do primeiro slide o auditório foi começando a lotar, com 20 minutos foi necessário trazer mais cadeiras para os ouvintes, parei para acomodação, com 35 minutos havia pessoas sentadas no chão, e nos últimos 10 minutos de palestra, a porta de entrada foi fechada pois literalmente não cabia mais ninguém. Eu via pessoas do lado de fora que não podiam mais entrar. Onde, no início, menos de 15 pessoas se esparramavam pelo auditório, no final quase 400 se espremiam. Tal episódio se repetiu noutro evento, mas não dessa maneira.

    Como já disse no inicio desse texto, “essa seria a palestra que iria mudar minha vida” e mudou. Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Luis  Henrique Cintra


  • Cheguei aos quarenta, e agora?

    Produzimos conhecimento sim, nos reproduzimos sim, geramos emprego sim, educamos nos filhos sim e demos aos nossos pais o orgulho de ser o que eles não puderam. Essa é verdade ou pelo menos a esperança.
    Produzimos conhecimento sim, nos reproduzimos sim, geramos emprego sim, educamos nos filhos sim e demos aos nossos pais o orgulho de ser o que eles não puderam. Essa é verdade ou pelo menos a esperança.

    É engraçado escrever sobre a sensação dos 40 anos. Parece uma idade sem identidade, achamos que temos vinte, desenvolvemos valores que nos tornam mais velhos, ou melhor, mais chatos e nos deprimimos por tudo que deixamos de fazer no viço da juventude.

    Escuto muitos amigos dizerem que seriam muito mais felizes se aos vinte tivessem a experiência dos 40. Eu acho que não, pois não teriam a adrenalina do que é proibido ou perigoso.O estoicismo parece surgir na fase certa de nossa caminhada. Em quase todas as religiões no mundo a figura do renascimento é presente, pois essa sensação parece está presente aos 40 também. Uma fase que surge de acordo com um velho ditado “a vida começa aos 40 e termina aos 80” nos deixa frágeis e inseguros da mesma forma que quando tínhamos 20. Mulheres e homens nessa fase pensam que o outro só quer usufruir do tão sonhado dinheiro que cada um conseguiu, e ambos continuam solitários. A Humanidade é a mesma.

    Hoje estamos, muitas vezes,  sem bens materiais, sem paixões e sem amigos e com muita, muita inveja de quem tem. Achamos que para ter isso o dinheiro vai ser sempre a mola propulsora, pois a os mimos da juventude não nos são mais permitidos. Tentamos feito loucos emagrecer, conviver com pessoas bonitas e usar roupas que nos tornem eternos “jovens” mas, o que conseguimos muitas vezes é chegar ao ridículo sem muito esforço.

    Não ficamos ricos como sonhávamos, não permanecemos belos como esperávamos e não mudamos o mundo como acreditávamos, mas fizemos a nossa parte. A vaidade, o pecado preferido, nos cegou e não permitiu que víssemos tudo que fizemos ao longo de todo esse tempo…

    Produzimos conhecimento sim, nos reproduzimos sim, geramos emprego sim, educamos nos filhos sim e demos aos nossos pais o orgulho de ser o que eles não puderam. Essa é verdade ou pelo menos a esperança.

    Vamos celebrar o nosso renascimento, pois continuaremos lutando, para que os nossos filhos possam contribuir para a humanidade assim como fizemos e para quando cheguarem aos quarenta venham a pensar como estamos nesse momento.

    Abraço a todos,

    Luis Henrique Cintra


  • Ser Estudante de Fisioterapia…

    Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.
    Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.

    Somente tolos deixam de ser estudantes. A emoção do aprender mistura-se à diversificação de amizades e a descoberta das inúmeras dimensões do conhecimento. Até hoje, aprendo e me divirto com meus amigos do Colégio 7 de Setembro, Colégio Christus, IBEU, UNIFOR, PUCCAMP e USP. Atualmente, acumulo novos amigos no MBA de Gestão de Negócios em Saúde da UNIFOR. Cada grupo com seus valores, nem um mais importante que outro. Mas como minha paixão é o movimento posso ser tendencioso em meu relato.

    Foi muito bom ter sido acadêmico de Fisioterapia, lembro da primeira pessoa que a dor consegui aliviar, usando minhas mãos e recursos físicos. Lembro, também, com muito carinho, do primeiro que fiz andar e depois correr. Professores, como o saudoso José Américo da Silva, que me foi como pai. Amigos como Rubiney Corcha que até hoje me comunico, e, claro, das mais belas mulheres que rodiavam as salas de aula, é tanto que casei com uma delas, Lena Monteiro Cintra.

    Por tudo isso venho parabenizar àqueles que desejam estar estudantes pelo resto da vida e aos meus ex-alunos, hoje parceiros, uma frase:

    “Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.”

    Abraço a todos

     Luis Henrique Cintra


  • Força de viver

    Que nossa vontade seja como a nossa pele e não uma camiseta que é trocada de acordo com os momentos difíceis.
    Que nossa vontade seja como a nossa pele e não uma camiseta que é trocada de acordo com os momentos difíceis.

    É fácil andar no escuro. Sonhamos o conto de fadas que desejamos e nos afundamos nas vontades que esfriam o nosso coração.

    Para ver a luz, é preciso mais que vontade, pois, o brilho aumenta a medida que nos tornamos mais humildes. E ai nos resta o espelho, aquele que, imparcialmente, julga sem palavras, mas expressando a justiça, que chamamos divina. Essa, é aritmética, sem rodeios, palavras difíceis ou floreios, a justa imagem que construímos para o mundo.

    Eu pergunto: – É pra sentir vergonha? – É pra ter medo? -É pra fechar os olhos e voltar para as trevas de nossas vontades(vaidades)? É para fugir para os vícios que nos distanciaram de nossa família, de nossos amigos, da harmonia e paz que tanto desejamos? – Não, meus amigos, não. Cada lágrima que caí é uma gota de veneno que deixa vosso corpo, purificando-o cada vez mais, porque você conseguimos, juntos, mais um dia.

    A luta é solitária, não existem atores ou platéias dentro da perseverança. Que nossa vontade seja como a nossa pele e não uma camiseta que é trocada de acordo com os momentos difíceis. Continuemos sim, vivendo e amando cada segundo da sua vida, pois todos teremos o mesmo fim.

    Luis Henrique Cintra


  • O medo do desempregado

    2015_04_10_medo_desempregado
    Primeiro olhei para os céus, e vi de onde vim, depois olhei para baixo, e vi para aonde vou, em seguida olhei para trás e vi o imutável, mas quando olhei para frente… vi que ainda sou necessário.

    Era uma vez um rapaz desempregado, que não suportando mais a pressão do mercado estava, assim, à beira de uma crise depressiva.

    Um amigo empreendedor o convidou para uma cerveja, e, quem sabe, descontrair um pouco.

    – O que vou fazer de minha vida…estudei tanto, e não tenho dinheiro para pagar 2 cervejas.

    – kkkkkk, que é isso cara. Fica na paz, hoje é por minha conta.

    A inveja corria em seus ossos. Ele retrucou?

    – Você parece que nunca tem problemas…vive rindo de tudo, você não tem medo de perder seu negócio?

    – Claro que tenho, mas tento por o medo no lugar certo.

    – Como assim no lugar certo? Medo é medo.

    – Na essência sim, mas ele pode ficar à sua frente, e, daí, não o deixa seguir, ele pode ficar atrás de você, e, então, o estimula, o faz correr para que não o alcance.

    – Pois acho que o medo vive à minha frente.

    – Não, não é isso. Ele não está nem à sua frente nem atrás de você. Ele está dentro de você. Nessa posição, ele nunca o abandonará.

    – Tem razão. Você já sentiu isso?

    – Sim.

    – E como conseguiu tirar o medo de dentro de você?

    – Primeiro olhei para os céus, e vi de onde vim, depois olhei para baixo, e vi para aonde vou, em seguida olhei para trás e vi o imutável, mas quando olhei para frente… vi que ainda sou necessário. Se todos temos o mesmo destino, precisamos mudar o meio de chegar lá, assim encontremos a paz.

    Luis Henrique Cintra


  • A borboleta rosa.

    Quanto mais voava, mais suas asas cresciam, destacando-se, assim, de suas amigas, que animavam-se por serem, simplesmente, admiradas pelos habitantes do jardim.

    Era uma vez uma pequena lagarta, branquinha como neve. Astuta e destemida, esse pequeno inseto locomovia-se rapidamente por toda a árvore que lhe dava abrigo e comida. O tempo passou, e, após o período de incubação, ela abriu 2 belas asas começando a sobrevoar o jardim que habitava.

    Era incrível, pois, A BORBOLETA ROSA, mesmo conhecendo tudo e todos, começou enxergar um novo mundo, visto, agora, por outro ponto de vista. Quanto mais voava, mais suas asas cresciam, destacando-se, assim, de suas amigas, que animavam-se por serem, simplesmente, admiradas pelos habitantes do jardim.

    A BORBOLETA ROSA estava sempre pronta para ajudar qualquer bicho, mas, devido às enormes asas poucos a acompanhavam quando essa desejava, simplesmente, passear pelo jardim. Por isso, era comum vê-la com bichos de outros jardins ou então pousada no ponto mais alto da região, onde somente os pássaros habitavam.

    Certo dia, numa de suas viagens solitárias, a borboleta escutou um barulho estranho, que vinha da terra. Ela desceu para saber o que era, e conheceu o PEQUENO GRILO. Ficaram amigos e após alguns meses, ela, já sentindo-se mais íntima, teve, com esse, uma longa conversa:

    – Poxa, sabia que esse som que você faz é muito legal.

    – Sim, é a forma que me comunico com meus amigos.

    – Como assim, amigos? Eu só o vejo sozinho.

    – Não preciso tê-los ao meu lado, mas sentí-los no coração.

    – E como você sabe que eles gostam de você também?

    – Eu os escuto, é por isso que no jardim, nossas canções são intermináveis. Conversamos mesmo sem nos vermos.

    – Eu não sei cantar.

    – É, eu não sei voar. Mas o som é transmitido por ondas, e o bater de suas asas também o gera, só que nem todos poderão ouvir.

    – E como saberei quem está ouvindo.

    – Se eu soubesse, seria um grilo voador.

    – Rsrsrsrsrs, besta.

    – Muitos pássaros gostam de voar comigo…

    – Poxa, você tá podendo hein, só tirando onda!

    – Por quê?

    – Os pássaros cantam, voam e ainda são belos. Se eles sentem-se bem com você, é porque a consideram importante.

    – Mas eu queria que minhas amigas do jardim voassem comigo.

    – Aquilo que lhe deu liberdade, suas asas, pode ser o motivo disso não acontecer.

    – O que devo fazer? Devo cortá-las?

    – Jamais, mas voe conforme o grupo.

    – Mas voar baixo é muito sem graça.

    – A vida é feita de escolhas, amiga borboleta. Eu adoro fazer barulho, mas se eu o fizer sempre o sapo me come.

    – Buorpp, alguém me chamou????

    – Eita, hora de dá no pé….fui.

    – E eu também….kkkkkkkk.

    Luis Henrique Cintra

    Consultoria em Serviços de Saúde


  • Os barquinhos, reflexão sobre a vaidade.

    SONY DSCEra uma vez um barquinho chamado CONHECIMENTO. Conhecedor dos 7 mares ele ficava horas imaginando como seria entrar mar a dentro, pois, como se dedicava muito na busca do saber não tinha tempo para praticá-lo.

    Certo dia surgiu uma jangada chamada PRÁTICA. Essa sim, realizava todas as manobras no mar e logo chamou a atenção do CONHECIMENTO. Ela, embora muito decidida, não sabia como chegar aos seus objetivos, pois preocupava-se somente na realização das manobras marítimas e nunca com o planejamento.

    Os 2 começaram a namorar e as coisas corriam bem, mas a VAIDADE que andava perambulando solitária pelo mundo seduziu os 2 com um mapa muito bonito chamado ÍMPETO. Esse era tão poderoso que cegava e ensurdecia quem o utilizasse.

    O CONHECIMENTO foi o primeiro a ser fisgado. Dizia ele, agora, não depender mais da PRÁTICA. Porém, bastou uma tempestade branda que esse quase naufragou. Com muito esforço conseguiu chegar em terra firme.

    A PRÁTICA resolveu se aventurar muitas milhas da costa. O ÍMPETO substituiria o CONHECIMENTO, e isso seria suficiente, mas se viu perdida sem saber como voltar. Foi por pura sorte que um vento a jogou em terra firme depois de 1 semana a deriva em alto mar.

    Um tempo depois um sábio ouvindo a história de amor se desfazer pela VAIDADE passou a aconselhar os jovens lhe entregando um talismã chamado HUMILDADE. Dividido em 2 partes iguais o mesmo só teria poder se ambos permanecessem juntos. Quando o CONHECIMENTO e PRÁTICA não andam de mãos dadas surge a VAIDADE mostrando que o ÍMPETO é o melhor caminho, mas ainda bem a HUMILDADE os mantém unidos para navegarem sem parar levando paz e harmonia para toda a humanidade.

    Um abraço,

    Luis Henrique Cintra


  • A Fisioterapia não é a profissão do futuro…mas do presente

    Congresso_de_Fisioterapia

    Por muitos anos me dediquei a assistência de maneira integral. Embora tendo ficado 4 anos na docência, não costumava frequentar congressos com muita frequência. Há 7 meses, juntamente com a Dra. Mylza Rosado e outros colegas Fisioterapeutas, participei do processo de criação da Aprecefisio (Associação dos Prestadores de Serviços de Fisioterapia do Estado do Ceará), entidade que tem como objetivo garantir a justa remuneração dos prestadores de serviços de Fisioterapia em nosso estado.

    Graças a essa entidade acabei participando do XX Congresso Brasileiro de Fisioterapia na qualidade de palestrante. A emoção de ver milhares de estudantes e profissionais nesse grande fórum é imensurável.

    Hoje, vejo que minha profissão não é mais a profissão do futuro, mas do presente. Chegamos ao amadurecimento técnico, científico e político com apenas 44 anos de regulamentação.

    Parabéns a AFB, parabéns a todas asas comissões de alunos e profissionais que dedicaram inúmeras horas de seu valioso tempo na concretização de mais um sonho para nós, Fisioterapeutas.