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  • O essencial e o oportuno

    Há alguns dias nosso #Presidente descobriu que sua #autoridade limita-se a caneta bic que o mesmo utiliza para assinar os seus isolados #devaneios.

    O mal exemplo demonstrado em suas atividades cotidianas o isolou como o dono da bola que não consegue formar um time.

    Cenas de ciúme, acareações de delegacia, gritos que esvaziam uma cabeça cheia de dúvidas e um coração cheio de mágoas formam o cotidiano circense de um #artista que não consegue causar um outro sentimento em seu #público que não seja a #vergonha.

    “São serviços públicos e #atividadesessenciais aqueles indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, assim considerados aqueles que, se não atendidos, colocam em perigo a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população”.(parágrafo 1 do artigo 3 do decreto 10282)

    É #vil, é #sorrateiro, é #malicioso e #cínico o gesto de incluir atividades secundárias como essenciais somente para ganhar simpatia de alguns em detrimento da #segurança de todos.

    Senhor Presidente enquanto o povo precisa do #essencial para viver por neste momento, o senhor age como se fosse uma #oportunidade para seus planos de poder.
    Aviso-lhe que, aqui no Ceará, nada mudou pois os homens que fielmente creêm em Deus agem pela ciência.

    Luis Henrique Cintra


  • Patriotismo

    Bandeira do Brasil - Guia EstudoNossa bandeira deveria ser usada para representar o #civismo de nosso #povo, e não tendências políticas que confundem os menos avisados.
     
    Ser patriota não é blasfemar impropérios na defesa de políticos que violentam nossas instituições e rasgam a Constituição.
     
    Vamos defender nossos solo, nossas matas, nossos rios, nossos mares, nossa fauna e flora. Enfim, vamos defender a vida e o território #brasileiro. Isso é patriotismo.
     
    E cobremos, de quem elegemos, um verdadeiro compromisso com a nação e não com a perpetuação no poder.
     
    Luis Henrique Sousa Cintra
     

  • O que incita o ódio?

    Não é um #brinquedo, mas a caneta
    Não são #gestos, mas a #negligência do Estado
    Não são #discursos inflamados, mas a #venda de sentenças
    Não são #entrevistas provocativas, mas a #péssima #remuneração dos #policiais e #professores
    Não são #músicas sem graça, mas a #ausênciadoEstado em #áreasessenciais para a população.

    O direito da autodefesa é inquestionável. Contudo, para que segurança pública funcione o governo que assumir precisará de credibilidade. Hoje, #vocêacredita nos #governantes?

    Luis Henrique Cintra


  • O marketing CHE GUEVARA.

    2015_12_27_Che_GuevaraNos últimos meses infelizmente temos acompanhado infindáveis notícias de corrupção em várias esferas do poder. É simplesmente terrível ver muitos de nossos sonhos delapidados por negociatas infindáveis realizadas na política brasileira.

    Observando o poder incontestável da propaganda, vejo, hoje, como fui influenciado pela imagem do líder guerrilheiro que trazia a “liberdade para a América Latina”. O rosto de Ernesto Guevara de la Serna, conhecido como “Che” Guevara, foi multiplicado não somente para minha geração, mas para incontáveis estudantes que lutaram CONTRA A DITADURA MILITAR, contra FERNANDO COLLOR, contra FERNANDO HENRIQUE ou qualquer outro líder que não fosse “companheiro”.

    Para muitos de nós, havia 2 lados: o CONSERVADOR,  formado pelos homens de farda que ceifavam a liberdade de expressão, as ideologias políticas, as manifestações populares e o PROGRESSISTA formado por estudantes e pensadores “jovens” que eram contrários a tudo isso.

    O que fui, por fim, entender, é que no “lado da oposição”, daquela época, havia pessoas que pregavam apenas a “troca do poder”, a implantação de uma nova ditadura, tão nefasta como a anterior, a DITADURA DO PROLETARIADO.

    CHE GUEVARA foi responsável por incontáveis assassinatos ao longo de sua nefasta existência como líder popular. Pessoas foram eliminadas sem direito de defesa, ou, ainda, pior, simplesmente por não concordarem com a visão de mundo desse senhor.

    Que sua frase célebre “ai de endurecer pero sin perder la ternura” seja sempre olhada com desconfiança por jovens que adoram suas camisetas e símbolos exalantes de coragem e justiça social.

    Hoje, embora respeite e mantenha amigos admiradores de “CHE”, luto para que meu legado construa suas opiniões a partir da leitura, da observação, do exemplo domiciliar e de incansáveis trabalhadores, públicos ou privados, para a construção da nação que merecemos e não por grupos que desejavam ter o ESTADO como fonte de suas fantasias políticas e econômicas.

     

    Luis Henrique Cintra