• Conheça a Margem de Contribuição?

    Como os impostos são os mesmos, o que influenciará para o aumento ou diminuição da Margem será o valor pago pelas comissões negociadas com aqueles que trabalham na empresa.
    Como os impostos são os mesmos, o que influenciará para o aumento ou diminuição da Margem será o valor pago pelas comissões negociadas com aqueles que trabalham na empresa.

    A Margem de Contribuição para uma empresa de Fisioterapia é o percentual que sobra, após retirarmos as despesas comerciais (impostos) e custos variáveis (comissões), para pagarmos os custos fixos por ela gerados. Como os impostos são os mesmos, o que influenciará para o aumento ou diminuição da Margem será o valor pago pelas comissões negociadas com aqueles que trabalham na empresa.

    Pense nisso antes de negociar uma produtividade.

    Um abraço,
    Luis Henrique Cintra


  • Série 16 Erros – Erro 06 – plano de contingência

    plano-bbSun Tzu o maior estrategista da história descreve que temos que transformar nossa desvantagem em maior vantagem. As vitórias ou derrotas na vida empresarial representam etapas no processo de aprendizagem. É sempre bom manter-se motivado, mas é péssimo criar expectativas  que podem nos cegar ou ensurdecer.

    Certa vez, um casal de fisioterapeutas que tinha uma pequena clínica resolveu contratar um consultor  com o objetivo de motivar a equipe de sua empresa através de um PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. O propósito seria conseguir tornar a equipe mais coesa, justamente, para melhorar as chances de sobrevivência no mercado. Ao longo do treinamento, esses profissionais “revelaram-se”, e,  acabaram saindo da empresa, iriam, tentar, desbravar o mercado sozinhos. Um dos sócios, então, perguntou:

    – E agora, ninguém vai ajudar a gente a pagar as contas da clínica, vamos ter que fechar?

    O outro na mesma hora respondeu:

    – Não, vamos ter a oportunidade de transformar a clínica em algo que sempre desejamos. Vamos informatizar, vamos criar campanhas de marketing, vamos melhorar as condições de trabalho para as pessoas do suporte e vamos morar na clínica, assim, teremos os funcionários, já pagos pela clínica nos ajudando com os afazeres domésticos e ainda não gastaremos com aluguel. Vamos, assim, fazer mais com menos, Será, agora, o momento da virada.

    Isso aconteceu há 14 anos, e, até hoje a Clínica Somma, ainda está de pé, e é nela que fundamentamos todas as nossas idéias de gestão e empreendedorismo em fisioterapia. Infelizmente o mesmo não aconteceu com aqueles que saíram. Alguns deixaram a profissão e outros apresentam grandes dificuldades de estabelecer-se num determinado ponto comercial devido ao custo de todo o processo.

    Abraço a todos

    Luis Henrique Cintra


  • A folha de pagamento

    folhadepagamentoA folha de pagamento faz parte dos CUSTOS FIXOS de uma empresa de Fisioterapia como já discutido noutro post de nosso blog. Talvez, essa, seja um dos maiores custos de nossas empresas, pois,  nossa mão de obra é altamente especializada e  os valores pagos geram encargos que iremos discutir em detalhes.

    Imaginemos que empreguemos um Fisioterapeuta um salário de R$ 1800,00, vejamos os custos:

     

    SALÁRIO R$ 1.800,00
    GPS R$ 482,4
    FGTS R$ 144,00
    V.TRANS R$ 82,72
    13 SALÁRIO R$ 150,00
    GPS R$ 40,20
    FGTS R$ 12,00
    FÉRIAS R$ 200,00
    GPS R$ 53,60
    FGTS R$ 16,00
    TOTAL R$ 2.980,92

     

    Esse seria o custo mensal de 1 Fisioterapeuta com salário de R$ 1800,00. Não podemos esquecer, que para nosso colega exercer seu trabalho, esse precisará de pessoal de apoio. Ao somar o salário de todos teremos então um custo aproximado de nossa folha de pagamento. Seguem alguns tributos que hoje nos massacram:

    FGTS: 8% que incide sobre salário, férias e 13 salário.

    GPS:  25,8% que incide sobre salário, férias e 13 salário.

    A vinda do SIMPLES poderá desonerar nossa FOLHA DE PAGAMENTO facilitando, dentre outras coisas, uma maior contratação ou regularização de profissionais. Não esqueçamos que no ANEXO III, onde fomos enquadrados, a CPP(Contribuição Patronal Previdenciária) reduz de 25,8% para 4%, contudo, não há interferência no cálculo do FGTS ou do vale transporte.

     

    Abraço a todos,

     

    Luis Henrique Cintra

     

     

     

     


  • Série 16 Erros – Erro 05 – contratar muitas pessoas e gerar despesas administrativas elevadas.

    sem fazer nadaO ciclo anúncio->venda->prestação de serviço->pagamento de contas e fornecedores->anúncio será o mesmo,  seja numa pequena ou grande empresa. A grande diferença é que na de grande porte existem inúmeros setores para realizar as diferentes funções.  Já num pequeno negócio de fisioterapia isso precisa ser revisto. Não podemos nos dar ao luxo de contratarmos profissionais, muitas vezes, necessários, mas que devido às dificuldades de mercado tornam-se caros. Outra situação bem comum é disponibilizar inúmeros serviços na empresa e tentar cobrir o custo de um com o ganho do outro, parasitando, dessa forma, o que é lucrativo.  Numa empresa o pessoal de apoio deve estar o “mais preparado” possível para assumir algumas funções temporárias. A grande sabedoria será nunca fazer “economia de palito”,  mas somente gastar com recursos humanos ou equipamentos que realmente são imprescindíveis. Somente invista em informática se você for realmente utilizá-la profissionalmente, não compre equipamentos de eletroterapia que ficarão encostados, não fique com o ar condicionado ligado numa sala pequena por achar que o consumo será maior se você for ligá-lo novamente. Lembre-se que na faculdade você tinha que investir em conhecimentos técnicos, como empresário você precisará investir em conhecimentos gerenciais.

    Abraço a todos,

    Luis Henrique Cintra


  • O auditório vazio.

    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).
    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Há alguns anos fui convidado para preferir uma palestra sobre resultados clínicos que tinha tido na aplicação de um certo método de tratamento postural. Após 5 anos de formado, seria a primeira vez que eu falaria para um grupo de pessoas que, até bem pouco tempo,  eu dividira espaço. Para mim, aquela seria a palestra que mudaria a minha vida na qualidade de Fisioterapeuta e orador.

    Não me lembro bem qual era o evento, mas não importava, me preparei, cheguei cedo e  me dirigi à sala. Veio, então, a primeira constatação: fui colocado numa sala a parte do evento, escondida e com uma certa dificuldade de acesso. Dirigi-me até lá e daí a segunda constatação: havia 13 pessoas para assistir a palestra que eu tinha levado alguns anos para preparar. Sim, porque o trabalho para coleta de dados levou anos para se estabelecer. Eu disse a mim mesmo “Eu vim preparado, e vou falar”. Comecei a preparar os slides e iniciei.

    Com dez minutos do primeiro slide o auditório foi começando a lotar, com 20 minutos foi necessário trazer mais cadeiras para os ouvintes, parei para acomodação, com 35 minutos havia pessoas sentadas no chão, e nos últimos 10 minutos de palestra, a porta de entrada foi fechada pois literalmente não cabia mais ninguém. Eu via pessoas do lado de fora que não podiam mais entrar. Onde, no início, menos de 15 pessoas se esparramavam pelo auditório, no final quase 400 se espremiam. Tal episódio se repetiu noutro evento, mas não dessa maneira.

    Como já disse no inicio desse texto, “essa seria a palestra que iria mudar minha vida” e mudou. Desde então, que não temo mais a ausência ou lotação em minhas conferências, pois mais importante que audiência é que o(s) espectador(es) saia(m) de lá com alguma mensagem útil para sua(s) vida(s).

    Luis  Henrique Cintra


  • Série 16 Erros – Erro 04 – projetar custos muitos baixos e formar preços de forma incorreta.

    O Profissional de Saúde, muitas vezes, pensa que  deve cobrar  somente pelo "trabalho dele", e isso é um erro básico, pois  a empresa terá um "custo" para que o serviço seja executado, isso é chamado custo fixo,
    O Profissional de Saúde, muitas vezes, pensa que deve cobrar somente pelo “trabalho dele”, e isso é um erro básico, pois a empresa terá um “custo” para que o serviço seja executado, isso é chamado custo fixo,

    A Série 16 Erros é será publicada todas as quartas-feiras apontando os erros mais comuns para quem desejar abrir um negócio em saúde.

    Numa loja de sapatos, quando alguns não são vendidos,  permanecem no estoque. No mês seguinte, através de uma promoção, ou empenho dos vendedores, essa venda poderá ser concluída. Já nos serviços de Saúde isso não acontece, pois o que é comercializado, além da remuneração do profissional especializado, é o tempo que a empresa disponibiliza para a prestação desses. O proprietário deve entender que, esse, depois de perdido, não volta. O Profissional de Saúde, muitas vezes, pensa que  deve cobrar  somente pelo “trabalho dele”, e isso é um erro básico, pois  a empresa terá um “custo” para que o serviço seja executado, isso é chamado custo fixo, além disso, terá um segundo custo na hora de receber os valores pagos, serão os impostos, chamamos isso de custo variável. A  negligência sobre esses aspectos gera um erro no calculo do preço a ser cobrado(precificação). Nunca esqueça:

    1) Cálculo dos custos fixos sobre a hora de funcionamento da empresa

    2) Estimativa de lucro desejada pela empresa

    3) Probabilidade de faltas aos atendimentos

    4) Cálculo dos custos variáveis sobre o valor a ser cobrado

     

    Abraço a todos

     

    Luis Henrique Cintra

     

     


  • Cheguei aos quarenta, e agora?

    Produzimos conhecimento sim, nos reproduzimos sim, geramos emprego sim, educamos nos filhos sim e demos aos nossos pais o orgulho de ser o que eles não puderam. Essa é verdade ou pelo menos a esperança.
    Produzimos conhecimento sim, nos reproduzimos sim, geramos emprego sim, educamos nos filhos sim e demos aos nossos pais o orgulho de ser o que eles não puderam. Essa é verdade ou pelo menos a esperança.

    É engraçado escrever sobre a sensação dos 40 anos. Parece uma idade sem identidade, achamos que temos vinte, desenvolvemos valores que nos tornam mais velhos, ou melhor, mais chatos e nos deprimimos por tudo que deixamos de fazer no viço da juventude.

    Escuto muitos amigos dizerem que seriam muito mais felizes se aos vinte tivessem a experiência dos 40. Eu acho que não, pois não teriam a adrenalina do que é proibido ou perigoso.O estoicismo parece surgir na fase certa de nossa caminhada. Em quase todas as religiões no mundo a figura do renascimento é presente, pois essa sensação parece está presente aos 40 também. Uma fase que surge de acordo com um velho ditado “a vida começa aos 40 e termina aos 80” nos deixa frágeis e inseguros da mesma forma que quando tínhamos 20. Mulheres e homens nessa fase pensam que o outro só quer usufruir do tão sonhado dinheiro que cada um conseguiu, e ambos continuam solitários. A Humanidade é a mesma.

    Hoje estamos, muitas vezes,  sem bens materiais, sem paixões e sem amigos e com muita, muita inveja de quem tem. Achamos que para ter isso o dinheiro vai ser sempre a mola propulsora, pois a os mimos da juventude não nos são mais permitidos. Tentamos feito loucos emagrecer, conviver com pessoas bonitas e usar roupas que nos tornem eternos “jovens” mas, o que conseguimos muitas vezes é chegar ao ridículo sem muito esforço.

    Não ficamos ricos como sonhávamos, não permanecemos belos como esperávamos e não mudamos o mundo como acreditávamos, mas fizemos a nossa parte. A vaidade, o pecado preferido, nos cegou e não permitiu que víssemos tudo que fizemos ao longo de todo esse tempo…

    Produzimos conhecimento sim, nos reproduzimos sim, geramos emprego sim, educamos nos filhos sim e demos aos nossos pais o orgulho de ser o que eles não puderam. Essa é verdade ou pelo menos a esperança.

    Vamos celebrar o nosso renascimento, pois continuaremos lutando, para que os nossos filhos possam contribuir para a humanidade assim como fizemos e para quando cheguarem aos quarenta venham a pensar como estamos nesse momento.

    Abraço a todos,

    Luis Henrique Cintra


  • Curso de DLM – Módulo de Empreendedorismo.

    Inovação em cursos de capacitação para acadêmicos e fisioterapeutas. Módulo de empreendedorismo do curso de DLM(Dra.Lena Monteiro Cintra,Clínica Somma) ministrado por Luis Henrique Cintra - Barbara Magalhães, Mariza Marinho, Silvana Tavares, Elanne Lima, Érika Freitas e  Paulo Robson Cunha Filho
    Inovação em cursos de capacitação para acadêmicos e fisioterapeutas. Módulo de empreendedorismo do curso de DLM(Dra.Lena Monteiro Cintra,Clínica Somma) ministrado por Luis Henrique Cintra – Barbara Magalhães, Mariza Marinho, Silvana Tavares, Elanne Lima, Érika Freitas e Paulo Robson Cunha Filho