• Vem aí o XX Congresso Brasileiro de Fisioterapia

    Amigos, no próximo dia 16 começa o XX Congresso Brasileiro de Fisioterapia. Neste ano, será realizado em nossa cidade, no Centro de Eventos do Ceará.

    Estará sendo reunido o maior número de informações a cerca das áreas de atuação do Fisioterapeuta, levando o melhor da ciência, informações sobre pesquisas, políticas públicas, políticas profissionais, tendências e tecnologia na docência, gestão, saúde funcional, práticas clínicas, recursos terapêuticos e outros assuntos que fomentem a reflexão e a curiosidade dos congressistas para a busca de outras e novas informações que agreguem suas práticas profissionais.

    No dia 16, estarei palestrando sobre Tecnologia da Informação, às 14h, na Sala Jericoacoara. Estarei te esperando!

    Até lá,
    Luis Henrique Cintra


  • Fisioterapeuta Empresário, eu?

    DSC09335Há 30 anos não havia Fisioterapeutas com 30 anos no mercado. Não é nenhuma novidade lembrar que recursos físicos são utilizados desde os primórdios da humanidade, mas mesmo depois regulamentação de nossa profissão ainda temos muito que aprender como empresários ou profissionais liberais.

    Trabalhamos inicialmente nos grandes centros de reabilitação, depois éramos funcionários de grandes clínicas onde médicos, normalmente, eram donos. Começamos atender em domicílio, era o começo de nossa autonomia, demos então um grande passo, criamos nossas clínicas. Hoje nos dividimos entre estúdios, academias, domicílio, faculdades, organização de cursos e franquias.

    Não há como negar a evolução técnico-científica da Fisioterapia. A paixão pelo que fazemos fez surgir inúmeros negócios em nossa área, mas, será que nos planejamos para isso?

    Diariamente vejo colegas entusiasmados na criação de seus espaços e ao mesmo tempo anúncios, nas redes sociais, de outros colegas vendendo seus equipamentos e tentando outra coisa na vida. Talvez, o brilho da paixão possa estar ofuscando àqueles que, no momento de falar de negócios, precisam olhar focados em seus objetivos.

    É preciso habituar-se a uma nova linguagem: planejamento, capital de giro, IRPJ, rentabilidade, marketing etc. Ousar sim, arriscar perder, nunca. Foram-se os tempos em que as coisas eram feitas “na marra”. Agir sempre estrategicamente, não preocupando-se somente em captar, mas em fidelizar clientes, pensar que o cliente deve ser cuidado 24 horas por dia, 365 dias por ano. Somente assim, podemos dizer que chegamos em nossa maturidade empresarial.

    Um abraço,