• Arquivo de marcações acadêmico de fisioterapia
  • Que aprendamos a não depender do Estado.

    2016_01_06_N_dependerAcabou, 2015, sem dúvidas, não foi um ano que desaparecerá da mente de nós, brasileiros, que saímos de casa sem saber se voltamos, se o presidente ainda estará no cargo ou se encontraremos uma montanha de dejetos cobrindo nossa casa.

    A lama em Mariana, misturou-se a uma enxurrada de denúncias, crimes, corrupções, fraudes, enfim atitudes que cansam e desanimam o mais positivo dos brasileiros.

    A crise econômica, comum no sistema capitalista, veio à tona de forma exponencial devido a pedaladas fiscais, aumentos retroativos, inflação de dois dígitos etc. O desemprego bate à porta das classes menos favorecidas, pois o comércio e a prestação de serviços vem sofrendo perdas progressivas.

    Recebi um gráfico de um amigo que fala a que sonegação fiscal no Brasil soma mais de 1 trilhão de reais. Não entendo de números, mas, acredito que grande parte desses “sonegadores” são, na realidade, pequenas empresas que fazem de tudo para permanecerem abertas, ou então, da economia informal feita nas feiras e na internet.

    Que em 2016 nós aprendamos a não depender tanto do Estado para nossos empreendimentos. Que saibamos exercer nossa cidadania diariamente e não apenas em anos eleitorais através da intolerância estampada nas redes sociais. Que nosso trabalho gere riqueza para nós mesmos e não para um Estado letárgico que com suas garras sangra o empreendedorismo através de medidas burocráticas, impostos indevidos e juros que paralisam a economia.

    Abraços a todos,

    Luís Henrique Cintra


  • Estágio em Fisioterapia, direito do estudante.

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    O estágio deve ser feito em serviços públicos de saúde e sempre sob supervisão.

    O estágio é uma período de grandes descobertas para a vida de qualquer pessoa que deseja seguir uma profissão tão sonhada e planejada. È uma fase que vamos nos identificar ou não com a rotina de trabalho e de comprovar as tantas teorias faladas por horas intermináveis nos bancos da faculdades.

    Há 100 anos, ainda nos primeiros serviços de Fisioterapia, pessoas leigas eram contratadas como “auxiliares” de médicos que eram os responsáveis por serviços imensos de Fisioterapia. Esses auxiliares conduziam os pacientes ao longo de todo o tratamento e executavam o que vinha prescrito pelo colega chefe do serviço.

    Hoje, a Fisioterapia se desenvolveu no campo científico, educacional, político e empresarial. Somos uma opção de negócio, não podemos ter atitudes que não apenas banaliza nossos conceitos como nos prejudica a médio e longo prazo. Quando um acadêmico vai para um estágio sem supervisão, ele se comporta como o auxiliar que há 1 século executava técnicas, não tinha responsabilidade sobre seu serviço e nem precisava ter o nível médio. O acadêmico de Fisioterapia estuda para ser um “profissional de saúde” e não um executor de ordens.

    Infelizmente, muito amigos acadêmicos ficam iludidos com a promessa de um futuro emprego na área já que estão “estagiando no local”. Isso não acontece, pois o quadro de estagiários é renovado e será sempre mais caro ter um profissional que um estudante.

    O estágio deve ser feito em serviços públicos de saúde e sempre sob supervisão, já que a presença de um professor como responsável técnico é imprescindível. É assim em profissões mais antigas como a Medicina e Odontologia.

    Se você acadêmico, não se afastar dos estágios extracurriculares feitos nas grandes clínicas você não conseguirá entrar no mercado. Nenhum curso ou “experiência”vai garantir vaga para você quando estiver formado, pelo menos é o que eu observo, já que recebo semanalmente currículos de recém-formados que quando leio vejo o quanto estagiaram em clínicas que hoje lhe dão as costas.

     

    Luis Henrique Cintra

    Consultor de Negócios em Saúde