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  • Ser Estudante de Fisioterapia…

    Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.
    Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.

    Somente tolos deixam de ser estudantes. A emoção do aprender mistura-se à diversificação de amizades e a descoberta das inúmeras dimensões do conhecimento. Até hoje, aprendo e me divirto com meus amigos do Colégio 7 de Setembro, Colégio Christus, IBEU, UNIFOR, PUCCAMP e USP. Atualmente, acumulo novos amigos no MBA de Gestão de Negócios em Saúde da UNIFOR. Cada grupo com seus valores, nem um mais importante que outro. Mas como minha paixão é o movimento posso ser tendencioso em meu relato.

    Foi muito bom ter sido acadêmico de Fisioterapia, lembro da primeira pessoa que a dor consegui aliviar, usando minhas mãos e recursos físicos. Lembro, também, com muito carinho, do primeiro que fiz andar e depois correr. Professores, como o saudoso José Américo da Silva, que me foi como pai. Amigos como Rubiney Corcha que até hoje me comunico, e, claro, das mais belas mulheres que rodiavam as salas de aula, é tanto que casei com uma delas, Lena Monteiro Cintra.

    Por tudo isso venho parabenizar àqueles que desejam estar estudantes pelo resto da vida e aos meus ex-alunos, hoje parceiros, uma frase:

    “Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.”

    Abraço a todos

     Luis Henrique Cintra


  • A borboleta rosa.

    Quanto mais voava, mais suas asas cresciam, destacando-se, assim, de suas amigas, que animavam-se por serem, simplesmente, admiradas pelos habitantes do jardim.

    Era uma vez uma pequena lagarta, branquinha como neve. Astuta e destemida, esse pequeno inseto locomovia-se rapidamente por toda a árvore que lhe dava abrigo e comida. O tempo passou, e, após o período de incubação, ela abriu 2 belas asas começando a sobrevoar o jardim que habitava.

    Era incrível, pois, A BORBOLETA ROSA, mesmo conhecendo tudo e todos, começou enxergar um novo mundo, visto, agora, por outro ponto de vista. Quanto mais voava, mais suas asas cresciam, destacando-se, assim, de suas amigas, que animavam-se por serem, simplesmente, admiradas pelos habitantes do jardim.

    A BORBOLETA ROSA estava sempre pronta para ajudar qualquer bicho, mas, devido às enormes asas poucos a acompanhavam quando essa desejava, simplesmente, passear pelo jardim. Por isso, era comum vê-la com bichos de outros jardins ou então pousada no ponto mais alto da região, onde somente os pássaros habitavam.

    Certo dia, numa de suas viagens solitárias, a borboleta escutou um barulho estranho, que vinha da terra. Ela desceu para saber o que era, e conheceu o PEQUENO GRILO. Ficaram amigos e após alguns meses, ela, já sentindo-se mais íntima, teve, com esse, uma longa conversa:

    – Poxa, sabia que esse som que você faz é muito legal.

    – Sim, é a forma que me comunico com meus amigos.

    – Como assim, amigos? Eu só o vejo sozinho.

    – Não preciso tê-los ao meu lado, mas sentí-los no coração.

    – E como você sabe que eles gostam de você também?

    – Eu os escuto, é por isso que no jardim, nossas canções são intermináveis. Conversamos mesmo sem nos vermos.

    – Eu não sei cantar.

    – É, eu não sei voar. Mas o som é transmitido por ondas, e o bater de suas asas também o gera, só que nem todos poderão ouvir.

    – E como saberei quem está ouvindo.

    – Se eu soubesse, seria um grilo voador.

    – Rsrsrsrsrs, besta.

    – Muitos pássaros gostam de voar comigo…

    – Poxa, você tá podendo hein, só tirando onda!

    – Por quê?

    – Os pássaros cantam, voam e ainda são belos. Se eles sentem-se bem com você, é porque a consideram importante.

    – Mas eu queria que minhas amigas do jardim voassem comigo.

    – Aquilo que lhe deu liberdade, suas asas, pode ser o motivo disso não acontecer.

    – O que devo fazer? Devo cortá-las?

    – Jamais, mas voe conforme o grupo.

    – Mas voar baixo é muito sem graça.

    – A vida é feita de escolhas, amiga borboleta. Eu adoro fazer barulho, mas se eu o fizer sempre o sapo me come.

    – Buorpp, alguém me chamou????

    – Eita, hora de dá no pé….fui.

    – E eu também….kkkkkkkk.

    Luis Henrique Cintra

    Consultoria em Serviços de Saúde