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  • Conheça a Margem de Contribuição?

    Como os impostos são os mesmos, o que influenciará para o aumento ou diminuição da Margem será o valor pago pelas comissões negociadas com aqueles que trabalham na empresa.
    Como os impostos são os mesmos, o que influenciará para o aumento ou diminuição da Margem será o valor pago pelas comissões negociadas com aqueles que trabalham na empresa.

    A Margem de Contribuição para uma empresa de Fisioterapia é o percentual que sobra, após retirarmos as despesas comerciais (impostos) e custos variáveis (comissões), para pagarmos os custos fixos por ela gerados. Como os impostos são os mesmos, o que influenciará para o aumento ou diminuição da Margem será o valor pago pelas comissões negociadas com aqueles que trabalham na empresa.

    Pense nisso antes de negociar uma produtividade.

    Um abraço,
    Luis Henrique Cintra


  • Série Contratos – RN 363, artigo 6.

    O padrão TISS(Troca de Informações na Saúde Suplementar) veio no sentido de unificar toda forma de comunicação e transferência de dados entre as partes do contrato de prestação de serviços

     O padrão TISS(Troca de Informações na Saúde Suplementar) veio no sentido de unificar toda forma de comunicação e transferência de dados entre as partes do contrato de prestação de serviços.

    Art. 6º Deve haver previsão expressa que a troca de informações dos dados de atenção à saúde dos beneficiários de plano privado de assistência à saúde entre a operadora e o Prestador só poderá ser feita no padrão obrigatório para Troca de Informações na Saúde Suplementar – Padrão TISS vigente.

    COMENTÁRIOS

    O padrão TISS(Troca de Informações na Saúde Suplementar) veio no sentido de unificar toda forma de comunicação e transferência de dados entre as partes do contrato de prestação de serviços. As informações sobre o faturamento devem seguir através de meio físico e/ou digital através de formulários, códigos e justificativas padronizados através. Nesse modelo, temos disponíveis no mercado sistemas previamente configurados que muito nos ajudarão a organizar e transferir os ‘arquivos XML”. Recomendo o programa Fisiooffice da empresa Rh Software.

    Abraço a todos,

    Luis Henrique Cintra
    Consultor em Negócios de Saúde


  • O que são custos variáveis na pessoa física?

    Dentre os profissionais de saúde que podem emitir recibos que podem  ser utilizados na declaração de imposto de renda temos: médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais.
    Dentre os profissionais de saúde que emitem recibos utilizáveis na declaração de imposto de renda temos: médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais.

    Ser Profissional de Saúde autônomo talvez seja uma das atividades mais comuns em nossa área. Como profissionais da saúde, exercemos uma atividade diretamente relacionada a um função do Estado. Isso nos põe em condições diferentes daquelas observadas noutros profissionais de outras áreas em relação à RECEITA FEDERAL, porém, é preciso conhecer alguns detalhes sobre a emissão de recibos, pois esses  caracterizarão os CUSTOS VARIÁVEIS DA PESSOA FÍSICA.

    O profissional de saúde, como qualquer outro profissional, que nega ou deixa de dar a nota fiscal ou recibo pode ser punido com multa e reclusão de dois a cinco anos, conforme artigo 1º, inciso V, da Lei n.º 8.137/1990.*

    Dentre os profissionais de saúde que podem emitir recibos que podem  ser utilizados na declaração de imposto de renda temos: médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais.(Lei 9250/1995)

    A emissão de recibos não precisa ser espontânea, mas nunca deve ser forçada. Talvez, pudéssemos, até, caracterizar como um diferencial na prestação de serviços. Contudo, o Profissional de Saúde precisa está atento na precificação para que o  valor do imposto esteja embutido no valor cobrado ao cliente.

    Todos os anos a Receita Federal realiza operações para identificar “recibos falsos”. Muitos Fisioterapeutas já foram condenados por vender recibos para clientes conseguirem deduções em suas declarações de imposto de renda. 

    Você pode acessa em nossa bibliografia para gestores as alíquotas de imposto de renda  e realizar dessa forma uma programação tributária. Por exemplo:

    Você poderá emitir até R$ 1.787,77 por mês sem pagar imposto de renda, se você emitir R$ 3000,00 mensais, você teria 15% de imposto de renda a recolher R$ 450,00,  mas poderia deduzir até R$ 335,03 . Ou seja, você pagaria somente R$ 114,97.

    Veja também:

    http://fiscaldetributos.blogspot.com.br/2013/04/quando-um-medico-ou-dentista-se-recusa.html

    http://economia.uol.com.br/ultnot/multi/2010/03/18/0402983366CCB95326.jhtm?contador-fala-sobre-a-parcela-a-deduzir-do-imposto-de-renda-0402983366CCB95326[/embed]

    Abraços,

    Luis Henrique Cintra


  • Você conhece o Ponto de Equilíbrio da sua clínica?

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    Muitas vezes ficamos impressionados com o volume de atendimento, somos convencidos por quem deseja “transferir um problema” que iremos ganhar no volume.

    Nós Serviços de Saúde, assim como em toda empresa, temos custos fixos, custos variáveis e demais despesas comuns para o funcionamento diário do estabelecimento.

    Se somarmos todos os custos acima mencionados e dividirmos pelo número de atendimentos que realizamos nos mês teremos uma média de quanto custou cada atendimento. É preciso lembrar que dentro desses custos deve estar explícito o pró-labore proprietário, trabalhando como “funcionário especializado” ou não.

    Definimos como ponto de equilíbrio a quantidade de atendimentos que uma empresa de saúde deve realizar para que não tenha nem lucro, nem prejuízo. Isso parece óbvio, mas muitas vezes nos coloca em situações financeiras desagradáveis. Se não vejamos.

    Imagine que após um estudo detalhado você chegou a conclusão que precisaria atender 100 pessoas a um valor de R$ 20,00 para chegar em seu ponto de equilíbrio. Se você aceita uma proposta que corresponde a 40% desse valor, ou seja, você aceita R$ 8,00 por esse procedimento você precisará de 250 atendimentos para atingir o Ponto de Equilíbrio. Isso significa que para você “empatar”, precisará realizar 150% a mais de atendimentos, porém não devendo gastar nada a mais para isso, será que é possível? Com esse volume de atendimento, você como prestador, resolveu o problema da operadora, resolveu o problema do cliente, e, você, como prestador de serviços não ganhou absolutamente nada.

    Muitas vezes ficamos impressionados com o volume de atendimento, somos convencidos  por quem deseja “transferir um problema” que iremos ganhar no volume. ISSO PODE ATÉ FUNCIONAR NO COMÉRCIO DE PRODUTOS, MAS NÃO EM  SERVIÇOS. Lembre-se que fazer 1 venda de 1000 é diferente de fazer 1000 vendas de 1.

    Abraço a todos,

    Luis Henrique Cintra

     


  • Cobrar caro ou cobrar bem?

    2015_04_15_cobrarbem
    O cliente que procura um serviço de fisioterapia está buscando saúde, ou seja, um local aonde ela possa sentir-se bem. A formulação do preço de cada atendimento deve ser baseada no “valor” que o cliente dará ao seu empreendimento.

    Existe uma adágio popular que diz: “Tudo que é bom custa caro”. Eu prefiro dizer que: “Tudo que é bem feito tem o seu preço justo”. Acredito que muitas vezes não sabemos cobrar por nossos serviços. Erros estratégicos simples podem causar o fracasso de empreendimentos que tem “tudo” para dar certo.

    Gosto sempre de dar o exemplo da Coca-Cola. Esse produto popular pode ser adquirido em diferentes preços satisfazendo, assim, os clientes que o procuram. E por que diferentes valores? Devido a 2 itens básicos: público alvo e valor agregado. Em vez de verificar nossos custos para que possamos aplicar uma margem de lucro compatível com nosso esforço, preferimos, simplesmente, procurar saber o preço do concorrente. Não que esse item não deva fazer parte de nosso estudo, mas nunca deve ser o nosso ponto de partida.

    O cliente que procura um serviço de fisioterapia está buscando saúde, ou seja, um local aonde ela possa sentir-se bem. A formulação do preço de cada atendimento deve ser baseada no “valor” que o cliente dará ao seu empreendimento. Ambiente climatizado, boa recepção, higiene, informatização, desburocratização, cumprimento de horário, bom resultado clínico, pesquisa de satisfação, atendimento pós-venda, marketing etc, deverão ser parte integrante do cálculo do preço que devemos aplicar.

    Dessa forma, nunca estaremos cobrando caro por nossos serviços, mas cobrando bem por nosso trabalho.

    Um abraço,
    Luis Henrique Cintra


  • O medo do desempregado

    2015_04_10_medo_desempregado
    Primeiro olhei para os céus, e vi de onde vim, depois olhei para baixo, e vi para aonde vou, em seguida olhei para trás e vi o imutável, mas quando olhei para frente… vi que ainda sou necessário.

    Era uma vez um rapaz desempregado, que não suportando mais a pressão do mercado estava, assim, à beira de uma crise depressiva.

    Um amigo empreendedor o convidou para uma cerveja, e, quem sabe, descontrair um pouco.

    – O que vou fazer de minha vida…estudei tanto, e não tenho dinheiro para pagar 2 cervejas.

    – kkkkkk, que é isso cara. Fica na paz, hoje é por minha conta.

    A inveja corria em seus ossos. Ele retrucou?

    – Você parece que nunca tem problemas…vive rindo de tudo, você não tem medo de perder seu negócio?

    – Claro que tenho, mas tento por o medo no lugar certo.

    – Como assim no lugar certo? Medo é medo.

    – Na essência sim, mas ele pode ficar à sua frente, e, daí, não o deixa seguir, ele pode ficar atrás de você, e, então, o estimula, o faz correr para que não o alcance.

    – Pois acho que o medo vive à minha frente.

    – Não, não é isso. Ele não está nem à sua frente nem atrás de você. Ele está dentro de você. Nessa posição, ele nunca o abandonará.

    – Tem razão. Você já sentiu isso?

    – Sim.

    – E como conseguiu tirar o medo de dentro de você?

    – Primeiro olhei para os céus, e vi de onde vim, depois olhei para baixo, e vi para aonde vou, em seguida olhei para trás e vi o imutável, mas quando olhei para frente… vi que ainda sou necessário. Se todos temos o mesmo destino, precisamos mudar o meio de chegar lá, assim encontremos a paz.

    Luis Henrique Cintra


  • Séria Contabilidade – O que é IRPJ?

    20150406_blog_irpj
    O IRPJ nas empresas de LUCRO PRESUMIDO corresponde a 4,8% do faturamento bruto. Esse valor pode ser cobrado na fonte(notas fiscais) ou através de Darfs.

    O governo federal presume que algumas empresas de saúde não optantes do SIMPLES devem possuir um lucro de 32%(enquadramento no LUCRO PRESUMIDO). Desse valor, a empresa é tributada em 15%, o que no final de tudo a tributação gira em torno de 4,8% do faturamento bruto. Isso corresponde a 4,8% do faturamento bruto e surgirá na emissão das notas fiscais no mês.

    Ele é trimestral, porém, às vezes, é cobrado, em parte, na fonte, quando no pagamento de algumas Operadoras de Planos de Saúde. Os meses de pagamento do IRPJ são: ABRIL (janeiro + fevereiro + março), JULHO (abril + maio + junho), OUTUBRO (julho + agosto + setembro) e JANEIRO (outubro + novembro + dezembro). Sugiro sempre que esse imposto seja pago mensalmente para que não gere acúmulo no período.

    Abordaremos em posts futurosas diferentes alíquotas para cada tipo de empresa na saúde

    Até a próxima postagem,

    Luis Henrique Cintra


  • Série Contratos – RN 363, artigo 3.

    O contrato é o instrumento que garante, para os 2 lados, que os serviços sejam legalmente assegurados. A ANS, não levará em questão reclamações onde os contratos não estejam devidamente assinados por ambas as partes. Daí, a importância para o prestador de serviços de saúde conhecer ou pelo menos frequentar entidades de classe que podem, de alguma forma, lhe informar sobre o que os contratos rezam.
    O contrato é o instrumento que garante, para os 2 lados, que os serviços sejam legalmente assegurados. A ANS, não levará em questão reclamações onde os contratos não estejam devidamente assinados por ambas as partes. Daí, a importância para o prestador de serviços de saúde conhecer ou pelo menos frequentar entidades de classe que podem, de alguma forma, lhe informar sobre o que os contratos rezam.

    A RN 363 dispõe sobre as regras para celebração dos contratos escritos firmados entre as operadoras de planos de assistência à saúde e os prestadores de serviços de atenção à saúde e dá outras providências.

    CAPÍTULO II – DOS CONTRATOS ESCRITOS

    Art. 3º As condições de prestação de serviços de atenção à saúde no âmbito dos planos privados de assistência à saúde por pessoas físicas ou jurídicas, independentemente de sua qualificação como contratadas, referenciadas ou credenciadas, serão reguladas por contrato escrito, estipulado entre a Operadora e o Prestador.

    Comentário: O contrato é o instrumento que garante, para os 2 lados, que os serviços sejam legalmente assegurados. A ANS, não levará em questão reclamações onde os contratos não estejam devidamente assinados por ambas as partes. Daí, a importância para o prestador de serviços de saúde conhecer ou pelo menos frequentar entidades de classe que podem, de alguma forma, lhe informar sobre o que os contratos rezam.

    Abraço a todos

    Luis Henrique Cintra
    Fisioterapeuta Consultor


  • E o salário, quanto é?

    O  valor de sua hora de trabalho deve relacionar-se a importância que você tem para empresa, ou melhor, à importância que você tem para os clientes que atende.
    O valor de sua hora de trabalho deve relacionar-se a importância que você tem para empresa, ou melhor, à importância que você tem para os clientes que atende.

     Ao  escolher uma carreira como profissional de saúde é comum perguntarmos aos mais antigos: Quanto é o salário? Paga bem? O que você conseguiu ter sendo isso ou aquilo? Enfim, o preço pelo nosso esforço merece ser compensado, porém, será que seguimos o caminho certo para isso?

    Uma prática comum, porém extremamente danosa, em minha opinião, é o pagamento via percentual sobre o “valor que o convênio paga”. O profissional deve ser pago pela disponibilização de seu trabalho, de seu tempo. O que uma OPS paga é de responsabilidade da empresa e não de quem presta serviço. Da mesma forma, o reajuste dos valores conseguidos pelas empresas não deve relacionar-se com o reajuste da hora daquele profissional. Esse deve basear-se na importância e mérito do mesmo.

    O profissional que entra no mercado após sua graduação fica extremamente inseguro frente a realização das atividades que sua profissão exige. Costumo dizer que o mais importante, no início, não será o seu conhecimento técnico, mas a sua capacidade de assumir compromissos: chegar no horário, focar-se no cliente, ter postura e bom relacionamento com a equipe.

    Se você ficar baseando-se essencialmente no que diz a lei, será pela lei que você terá o seu retorno, isso o engessa com o passar dos anos. O  valor de sua hora de trabalho deve relacionar-se à importância que você tem para empresa, ou melhor, à importância que você tem para os clientes que atende.

    Para que o trabalhador da saúde tenha um referencial é interessante conhecer as convenções coletivas disponibilizadas nos sites dos sindicatos de cada categoria por Estado.

    Quem sabe, se fizéssemos a pergunta: como eu posso ganhar o que é justo pelo meu trabalho? Pudéssemos, assim, construir uma carreira pautada pela ética e meritocracia.

     

    Luis Henrique Cintra