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  • III Curso Fisioterapeuta Empresário – Missão Cumprida.

    2015_10_28_immesConcluímos ontem o III CURSO FISIOTERAPEUTA EMPRESÁRIO organizado pela Profra.Bárbara Dias, coordenadora do Curso de Fisioterapia do IMMES. Essa fora minha aluna quando estive professor na FANOR, confesso que conheci poucas pessoas tão dinâmicas e hospitaleiras, aliás, pelo que pude observar, isso vem “de família”, pois estou tendo o privilégio de conviver por alguns dias com sua tia,  Dona  Meriam Dias, pessoa organizadísssima, caridosa e apaixonada pelo trabalho.

    Fiquei muito feliz por ter compartilhado com meus amigos amapaenses conceitos de gestão e empreendedorismo em Fisioterapia. Observamos,juntos, que a cidade de Macapá apresenta fortes características que fomentam o desenvolvimento do Setor Saúde na região.

    Deixo meu abraço e me ponho a disposição desse povo  de alma e coração brasileiros que não se cansa em proporcionar momentos mágicos de convívio familiar.

    Abraço a todos

    Luis Henrique Cintra


  • Fisioterapeuta Empresário, eu?

    DSC09335Há 30 anos não havia Fisioterapeutas com 30 anos no mercado. Não é nenhuma novidade lembrar que recursos físicos são utilizados desde os primórdios da humanidade, mas mesmo depois regulamentação de nossa profissão ainda temos muito que aprender como empresários ou profissionais liberais.

    Trabalhamos inicialmente nos grandes centros de reabilitação, depois éramos funcionários de grandes clínicas onde médicos, normalmente, eram donos. Começamos atender em domicílio, era o começo de nossa autonomia, demos então um grande passo, criamos nossas clínicas. Hoje nos dividimos entre estúdios, academias, domicílio, faculdades, organização de cursos e franquias.

    Não há como negar a evolução técnico-científica da Fisioterapia. A paixão pelo que fazemos fez surgir inúmeros negócios em nossa área, mas, será que nos planejamos para isso?

    Diariamente vejo colegas entusiasmados na criação de seus espaços e ao mesmo tempo anúncios, nas redes sociais, de outros colegas vendendo seus equipamentos e tentando outra coisa na vida. Talvez, o brilho da paixão possa estar ofuscando àqueles que, no momento de falar de negócios, precisam olhar focados em seus objetivos.

    É preciso habituar-se a uma nova linguagem: planejamento, capital de giro, IRPJ, rentabilidade, marketing etc. Ousar sim, arriscar perder, nunca. Foram-se os tempos em que as coisas eram feitas “na marra”. Agir sempre estrategicamente, não preocupando-se somente em captar, mas em fidelizar clientes, pensar que o cliente deve ser cuidado 24 horas por dia, 365 dias por ano. Somente assim, podemos dizer que chegamos em nossa maturidade empresarial.

    Um abraço,