• Arquivo de marcações fisioterapeuta
  • Série Contratos – RN363, artigo 5.

    Art. 5º As seguintes práticas e condutas são vedadas na contratualização entre Operadoras e Prestadores: II - qualquer tipo de exigência que infrinja o Código de Ética das profissões ou ocupações regulamentadas na área da saúde;
    Art. 5º As seguintes práticas e condutas são vedadas na contratualização entre Operadoras e Prestadores:
    II – qualquer tipo de exigência que infrinja o Código de Ética das profissões ou ocupações regulamentadas na área da saúde;

    Art. 5º As seguintes práticas e condutas são vedadas na contratualização entre Operadoras e Prestadores:

    II – qualquer tipo de exigência que infrinja o Código de Ética das profissões ou ocupações regulamentadas na área da saúde;

    Art. 5º As seguintes práticas e condutas são vedadas na contratualização entre Operadoras e Prestadores:

    I – qualquer tipo de exigência referente à apresentação de comprovantes de pagamento da contraprestação pecuniária quando da elegibilidade do beneficiário junto ao Prestador;

    II – qualquer tipo de exigência que infrinja o Código de Ética das profissões ou ocupações regulamentadas na área da saúde;

    III – exigir exclusividade na relação contratual;

    IV – restringir, por qualquer meio, a liberdade do exercício de atividade profissional do Prestador;

    V – estabelecer regras que impeçam o acesso do Prestador às rotinas de auditoria técnica ou administrativa, bem como o acesso às justificativas das glosas;

    VI – estabelecer quaisquer regras que impeçam o Prestador de contestar as glosas, respeitado o disposto nesta norma;

    VII – estabelecer formas de reajuste condicionadas à sinistralidade da operadora;

    e

    VIII – estabelecer formas de reajuste que mantenham ou reduzam o valor nominal do serviço contratado.

    Parágrafo único. As vedações dispostas nos incisos V e VI só se aplicam se o envio do faturamento for feito no Padrão TISS vigente.

    COMENTÁRIOS

     

    Abraço a todos,

    Luis Henrique Cintra
    Consultor de Negócios em Saúde


  • E o salário, quanto é?

    O  valor de sua hora de trabalho deve relacionar-se a importância que você tem para empresa, ou melhor, à importância que você tem para os clientes que atende.
    O valor de sua hora de trabalho deve relacionar-se a importância que você tem para empresa, ou melhor, à importância que você tem para os clientes que atende.

     Ao  escolher uma carreira como profissional de saúde é comum perguntarmos aos mais antigos: Quanto é o salário? Paga bem? O que você conseguiu ter sendo isso ou aquilo? Enfim, o preço pelo nosso esforço merece ser compensado, porém, será que seguimos o caminho certo para isso?

    Uma prática comum, porém extremamente danosa, em minha opinião, é o pagamento via percentual sobre o “valor que o convênio paga”. O profissional deve ser pago pela disponibilização de seu trabalho, de seu tempo. O que uma OPS paga é de responsabilidade da empresa e não de quem presta serviço. Da mesma forma, o reajuste dos valores conseguidos pelas empresas não deve relacionar-se com o reajuste da hora daquele profissional. Esse deve basear-se na importância e mérito do mesmo.

    O profissional que entra no mercado após sua graduação fica extremamente inseguro frente a realização das atividades que sua profissão exige. Costumo dizer que o mais importante, no início, não será o seu conhecimento técnico, mas a sua capacidade de assumir compromissos: chegar no horário, focar-se no cliente, ter postura e bom relacionamento com a equipe.

    Se você ficar baseando-se essencialmente no que diz a lei, será pela lei que você terá o seu retorno, isso o engessa com o passar dos anos. O  valor de sua hora de trabalho deve relacionar-se à importância que você tem para empresa, ou melhor, à importância que você tem para os clientes que atende.

    Para que o trabalhador da saúde tenha um referencial é interessante conhecer as convenções coletivas disponibilizadas nos sites dos sindicatos de cada categoria por Estado.

    Quem sabe, se fizéssemos a pergunta: como eu posso ganhar o que é justo pelo meu trabalho? Pudéssemos, assim, construir uma carreira pautada pela ética e meritocracia.

     

    Luis Henrique Cintra


  • Fisioterapeuta – Garanta sua vaga no mercado.

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    Capacidade de assumir compromissos é a chave para se entrar no mercado com Fisioterapeuta.

    Pelas palestras e eventos, que organizo e participo, vejo jovens, ávidos por conhecimentos, sejam técnicos, sejam de vida, lotarem os auditórios na busca de uma tão sonhada autonomia, que, infelizmente, muitas vezes é cerceada pelo mercado.

    Nada adiantará, aqui nesse momento, discorrer sobre a realidade junto as OPS(Operadoras de Planos de Saúde), entidades que nunca respeitaram nossa palavra e que gastam menos de 1% de seu faturamento no pagamento de nossos honorários. Um dia, e por isso lutar, o Fisioterapeuta entenderá que tais entidades somente existem, de direito, se ofertarem nossos serviços. O custo para essas é tão baixo que é preferível contratar empresas prestadoras de serviços que verticalizar o serviço(ter uma equipe própria) dentro de seus estabelecimentos.

    Em esferas superiores ganhos fantásticos já foram garantidos. Estamos no SIMPLES em 2015, tivemos nossos direitos assegurados com o veto parcial sobre o ATO MÉDICO, estamos na ANS e a cada dia temos mais mestres e doutores em Fisioterapia. Nos resta, contudo, o espírito corporativista, a visão empreendedora, a VONTADE DE SER AUTÔNOMO e NÃO EMPREGADO, ai sim teremos o que merecemos.

    O acadêmico de Fisioterapia ou aquele que está iniciando suas atividades precisa entender que o que irá garantir sua vaga no mercado NÃO SERÁ O SEU CONHECIMENTO TÉCNICO, mas a CAPACIDADE DE ASSUMIR E HONRAR COMPROMISSOS.

    Luis Henrique Cintra


  • Estágio em Fisioterapia, direito do estudante.

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    O estágio deve ser feito em serviços públicos de saúde e sempre sob supervisão.

    O estágio é uma período de grandes descobertas para a vida de qualquer pessoa que deseja seguir uma profissão tão sonhada e planejada. È uma fase que vamos nos identificar ou não com a rotina de trabalho e de comprovar as tantas teorias faladas por horas intermináveis nos bancos da faculdades.

    Há 100 anos, ainda nos primeiros serviços de Fisioterapia, pessoas leigas eram contratadas como “auxiliares” de médicos que eram os responsáveis por serviços imensos de Fisioterapia. Esses auxiliares conduziam os pacientes ao longo de todo o tratamento e executavam o que vinha prescrito pelo colega chefe do serviço.

    Hoje, a Fisioterapia se desenvolveu no campo científico, educacional, político e empresarial. Somos uma opção de negócio, não podemos ter atitudes que não apenas banaliza nossos conceitos como nos prejudica a médio e longo prazo. Quando um acadêmico vai para um estágio sem supervisão, ele se comporta como o auxiliar que há 1 século executava técnicas, não tinha responsabilidade sobre seu serviço e nem precisava ter o nível médio. O acadêmico de Fisioterapia estuda para ser um “profissional de saúde” e não um executor de ordens.

    Infelizmente, muito amigos acadêmicos ficam iludidos com a promessa de um futuro emprego na área já que estão “estagiando no local”. Isso não acontece, pois o quadro de estagiários é renovado e será sempre mais caro ter um profissional que um estudante.

    O estágio deve ser feito em serviços públicos de saúde e sempre sob supervisão, já que a presença de um professor como responsável técnico é imprescindível. É assim em profissões mais antigas como a Medicina e Odontologia.

    Se você acadêmico, não se afastar dos estágios extracurriculares feitos nas grandes clínicas você não conseguirá entrar no mercado. Nenhum curso ou “experiência”vai garantir vaga para você quando estiver formado, pelo menos é o que eu observo, já que recebo semanalmente currículos de recém-formados que quando leio vejo o quanto estagiaram em clínicas que hoje lhe dão as costas.

     

    Luis Henrique Cintra

    Consultor de Negócios em Saúde