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  • Ser Estudante de Fisioterapia…

    Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.
    Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.

    Somente tolos deixam de ser estudantes. A emoção do aprender mistura-se à diversificação de amizades e a descoberta das inúmeras dimensões do conhecimento. Até hoje, aprendo e me divirto com meus amigos do Colégio 7 de Setembro, Colégio Christus, IBEU, UNIFOR, PUCCAMP e USP. Atualmente, acumulo novos amigos no MBA de Gestão de Negócios em Saúde da UNIFOR. Cada grupo com seus valores, nem um mais importante que outro. Mas como minha paixão é o movimento posso ser tendencioso em meu relato.

    Foi muito bom ter sido acadêmico de Fisioterapia, lembro da primeira pessoa que a dor consegui aliviar, usando minhas mãos e recursos físicos. Lembro, também, com muito carinho, do primeiro que fiz andar e depois correr. Professores, como o saudoso José Américo da Silva, que me foi como pai. Amigos como Rubiney Corcha que até hoje me comunico, e, claro, das mais belas mulheres que rodiavam as salas de aula, é tanto que casei com uma delas, Lena Monteiro Cintra.

    Por tudo isso venho parabenizar àqueles que desejam estar estudantes pelo resto da vida e aos meus ex-alunos, hoje parceiros, uma frase:

    “Ser estudante de Fisioterapia é aprender a fazer com as mãos o que o coração anseia e o cérebro duvida.”

    Abraço a todos

     Luis Henrique Cintra


  • Boas idéais, simples e aplicáveis.

    MBA UNIFOR
    MBA UNIFOR

    Quem disse que boas idéias não podem sair das salas de aula? Nessa semana, em nosso MBA de Gestão de Negócios em Saúde o meu grupo formado por: Vinicius Nuvens, Veridiana Aragão, Luis Henrique Cintra, Lia Rodrigues e Francisco José apresentou, sob a tutela das Profra. Emanuella Faheina e  Érika Pessoa, alternativas simples, porém com grandes possibilidades de aplicação e eficácia no controle da obesidade. Esse tema não é original e o mercado que o alimenta é gigantesco com cores, cheiros e sabores que seduzem pessoas de todas as idades e em todos os países.

    A idéia surgiu da colega Veridiana Aragão que sugeriu acrescentar aos “valores calóricos dos alimentos” uma tarja que qualificasse o alimento como sendo mais salgado, doce ou gorduroso que nosso organismo necessita. Dessa forma deixamos o consumidor livre para escolher, porém com uma destacada informação visual sob sua conduta.

    Um segunda idéia foi apresentada pelo colega Vinícius Nuvens em tributar de maneira mais incisiva os fast-foods que não apenas contribuem para o aumento mórbido da obesidade como criam “hábitos” alimentares nada ajudam para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

    Luis Henrique Cintra